Espaço da Palavra!

Espaço para contos, crônicas, poemas, críticas, comentários e resenhas… Enfim, espaço do escritor. Por Lilly Soares

30.9.08

Desabafo

          “Talvez todos damos o melhor dos nossos corações para aqueles que raramente pensam em nós” (T. H. White). Tanto no amor quanto na amizade. Às vezes nos recusamos a enxergar o óbvio só porque teimamos em não ver as coisas como elas realmente são. Outras vezes, porque nos é mais conveniente acreditar na mentira do que simplesmente enfrentar a verdade. Todo ser humano é passível ao erro, mas apenas poucos têm a capacidade de aceitar e entender que isto não só é inerente ao homem, mas também, talvez, o que melhor o caracteriza como tal.

         Uns têm a fortaleza de seguir em frente, e a sorte de encontrar pessoas de almas nobres, que não exitam em lhe dar uma segunda chance e, assim demonstrar o verdadeiro conceito de amizade. Já outros optam por condenar, se esquecendo que eles também estão propensos a errar e, que detestariam não ter o benefício da dúvida, quando dispostos a corrigir seus equívocos. E assim, acabam por escolher a opção mais tortuosa acabando por magoar ambas as partes. Por cultivar os sentimentos errados e pelos motivos igualmente errados, se esquecem da lição maior do ser supremo. Da doçura e pureza que um dia tiveram quando crianças e, acima de tudo, acabam mesmo que sem querer, incitando a paranóia e a desconfiança.

         No entanto, devido à sorte de encontrar no caminho, a ajuda e o carinho de pessoas que nos fazem perceber que ainda vale a pena acreditar na humanidade e em um mundo melhor, lembrando-se que ao cair; é só levantar e seguir em frente. Que nem isso vai impedir de se alcançar uma meta, e que com fé, as coisas irão melhorar, e a felicidade estará cada vez mais perto e ao alcance, assim como o tesouro da verdadeira amizade.

criado por lili_as    15:23 — Arquivado em: By Lilly Soares, Para Refletir, Prosa

24.9.08

Envelhecer É Inevitável

No primeiro dia de aula nosso professor se apresentou aos alunos, e nos desafiou a que nos apresentássemos a alguém que não conhecêssemos ainda. Eu fiquei em pé para olhar ao redor quando uma mão suave tocou meu ombro. Olhei para trás e vi uma pequena senhora, velhinha e enrugada, sorrindo radiante para mim. Um sorriso lindo que iluminava todo o seu ser. Ela disse: "Ei, bonitão. Meu nome é Rosa. Eu tenho oitenta e sete anos de idade. Posso te dar um abraço?" Eu ri, e respondi entusiasticamente: "É claro que pode!", e ela me deu um gigantesco apertão. Não resisti e perguntei-lhe: "Por que você está na faculdade em tão tenra e inocente idade?", e ela respondeu brincalhona: "Estou aqui para encontrar um marido rico, casar, ter um casal de filhos, e então me aposentar e viajar." "Está brincando", eu disse. Eu estava curioso em saber o que a havia motivado a entrar neste desafio com a sua idade, e ela disse: "Eu sempre sonhei em ter um estudo universitário, e agora estou tendo um!" Após a aula nós caminhamos para o prédio da união dos estudantes, e dividimos um milkshake de chocolate. Nos tornamos amigos instantaneamente. Todos os dias nos próximos três meses nós teríamos aula juntos e falaríamos sem parar. Eu ficava sempre extasiado ouvindo aquela "máquina do tempo" compartilhar sua experiência e sabedoria comigo. No decurso de um ano, Rose tornou-se um ícone no campus universitário, e fazia amigos facilmente, onde quer que fosse. Ela adorava vestir-se bem, e revelava-se na atenção que lhe davam os outros estudantes. Ela estava curtindo a vida! No fim do semestre nós convidamos Rose para falar no nosso banquete de futebol. Jamais esquecerei o que ela nos ensinou. Ela foi apresentada e se aproximou do pódium. Quando ela começou a ler a sua fala, já preparada, deixou cair três, das cinco folhas no chão. Frustrada e um pouco embaraçada, ela pegou o microfone e disse simplesmente: "Desculpem-me, eu estou tão nervosa! Eu não conseguirei colocar meus papéis em ordem de novo, então deixem-me apenas falar para vocês sobre aquilo que eu sei." Enquanto nós ríamos, ela limpou sua garganta e começou: "Nós não paramos de jogar porque ficamos velhos; nós nos tornamos velhos porque paramos de jogar. Existem somente quatro segredos para continuarmos jovens, felizes e conseguir o sucesso. Primeiro, você precisa rir e encontrar humor em cada dia. Segundo, você precisa ter um sonho. Quando você perde seus sonhos, você morre. Nós temos tantas pessoas caminhando por aí que estão mortas e nem desconfiam! Terceiro, há uma enorme diferença entre envelhecer e crescer. Se você tem dezenove anos de idade e ficar deitado na cama por um ano inteiro, sem fazer nada de produtivo, você ficará com vinte anos. Se eu tenho oitenta e sete anos e ficar na cama por um ano e não fizer coisa alguma, eu ficarei com oitenta e oito anos. Qualquer um, mais cedo ou mais tarde ficará mais velho. Isso não exige talento nem habilidade, é uma conseqüência natural da vida. A idéia é crescer através das oportunidades. E por último, não tenha remorsos. Os velhos geralmente não se arrependem por aquilo que fizeram, mas sim por aquelas coisas que deixaram de fazer. As únicas pessoas que tem medo da morte são aquelas que tem remorsos." Ela concluiu seu discurso cantando corajosamente "A Rosa". Ela desafiou a cada um de nós a estudar poesia e vivê-la em nossa vida diária. No fim do ano Rose terminou o último ano da faculdade que começara há tantos anos atrás. Uma semana depois da formatura, Rose morreu tranqüilamente em seu sono. Mais de dois mil alunos da faculdade foram ao seu funeral, em tributo à maravilhosa mulher que ensinou, através de seu exemplo, que nunca é tarde demais para ser tudo aquilo que você pode provavelmente ser, se realmente desejar. Quando você terminar de ler isto, envie esta palavra de conselho para seus amigos e familiares. Eles realmente apreciarão! Estas palavras têm sido divulgadas por amor, em memória de "Rose". Uma grande mulher. Na verdade um grande ser humano.

LEMBRE-SE: ENVELHECER É INEVITÁVEL, MAS CRESCER É OPCIONAL!

criado por lili_as    14:07 — Arquivado em: Para Refletir

23.9.08

Reflexão

Você já olhou para uma foto sua e viu um estranho no fundo?
Te faz perguntar, quantos estranhos tem uma foto sua?
Quantos momentos da vida dos outros nós fizemos parte?
Ou se fomos parte da vida de alguém quando os sonhos dessa pessoa se tornaram realidade?
Ou se estivemos lá, quando os sonhos delas morreram.
Nós continuamos a tentar nos aproximar?
Como se fossemos destinados a estar lá.
Ou o tiro nos pegou de surpresa.
Pense…podemos ser uma grande parte da vida de alguém..e nem saber."

criado por lili_as    1:44 — Arquivado em: Reflexões OTH

21.9.08

Dando Nome aos Bois

Não sei o que irrita mais, uma pseudo obra de Ficção Científica que só contribui para denegrir ainda mais o gênero perante os críticos preconceituosos para com ele, ou os colunistas que demonstram desconhecer o mínimo sobre o estilo e tudo quanto é porcaria que mistura mitos, lendas, fantasia, mitologia, eles rotulam como obra do gênero e metam o pau. Trata-se de um artigo, publicado na Veja desta semana, criticando a novelinas Os Mutantes da rede record. Até aí, tudo bem, essa sofrível obra de teledramaturgia tem de ser criticada mesmo, é de puro mal gosto. Mistura - e plagia - filmes e seriados americanos e usa de (d)efeitos especiais e diálogos inexpressivos. Chegou-se ao cúmulo de criar a personagem rainha formiga e seus súditos. Abordou-se a Ufologia Mística e incluso, recém inseriu-se um personagem que vindo do futuro, tem como função aniqüilar os mutantes maléficos; qualquer semelhança com o filme Exterminador do Futuro, grande sucesso de Arnold Schwarzenegger, não é mera coincidência.

A questão é que para esses críticos, em regra preconceituosos com o gênero, desprovidos de um mínimo conhecimento, caracterizam como sendo do estilo, qualquer obra de "qualidade" duvidosa, sem refinamento e alheia ao bom senso, como por exemplo, essa novelinha da rede Record. É o cúmulo do absurdo compará-la sequer, com tentativa de obra de ficção científica, nem mesmo isso ela é. Parecem desconhecer também, o gênero fantástico, esse sim, ainda que se forçando a barra, seria mais adequado para rotular esta obra tosca da teledramaturgia da record. Uma mistura de vampiros, lobisomens, ets, mutantes, hibrídos humanos -insetos, é qualquer coisa, ou qualquer porcaria, menos uma boa e decente obra de Ficção Científica. Todos os fãs e conhecedores do estilo, com toda razão, se irritam e não gostam quando tais obras desprovidas de um mínimo bom senso e qualidade são equivocadamente declaradas como sendo do gênero. Para esses críticos que fazem essas comparações absurdas, lá vai:

- O que é Ficção Científica?

Gênero literário caracterizado pela reflexão sobre as descobertas da ciência e a evolução tecnológica. Desenvolvido no século XX, influenciou outras artes, em especial o cinema. As conquistas da ciência e da tecnologia, suas possibilidades sem limites e suas experiências às vezes temerárias constituem a matéria-prima da ficção científica.
Gênero literário que se desenvolveu no século XX e espraiou-se para outras formas de manifestação artística, principalmente para o cinema, a ficção científica tem como tema principal a reflexão sobre as descobertas da ciência e a evolução tecnológica. Literatura característica de uma época de transição, em que a fé cega nos enunciados científicos e no progresso tecnológico, vigentes no século XIX, deram lugar à desconfiança e ao temor, a ficção científica traduz uma mudança geral de mentalidade em relação à ciência. No entanto, a atitude da ficção científica nem sempre é crítica: tanto pode adotar o culto cientificista e otimista, como uma posição de pessimismo e anticientificismo.
A ficção científica funda-se sobre o possível e nisso difere da literatura fantástica, que se baseia numa impossibilidade real. Por isso, os precursores do gênero, como o Frankenstein (1818), de Mary Shelley, e o Strange Case of Dr. Jekyll and Mr. Hyde (1886; O médico e o monstro), de Robert Louis Stevenson, são ficção científica; enquanto o Dracula (1897), de Bram Stoker, não pertence a esse gênero, mas à literatura fantástica. Ao mesmo tempo, a ficção científica também se distancia da ciência, pois esta tem como projeto principal descrever a realidade, enquanto a literatura procura desenvolver os conflitos entre as exigências do homem e os limites impostos pelo mundo exterior. Como busca na ciência os meios para tornar-se convincente aos olhos do leitor, a ficção científica torna-se uma literatura conjectural, do "pode ser". Quando esse "pode ser" se torna uma ameaça à sobrevivência da humanidade, a ficção científica assume o papel de crítica social, tanto mais evidente quanto mais se aproxima o futuro previsto pelos futurologistas da ciência.

 Fonte: ©Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda.

Eis acima, a prova de que falta um mínimo conhecimento ou pesquisa, resultando em comparações equivocadas de obras e gêneros aos quais se enquadram, por parte de alguns críticos de revistas.

 

criado por lili_as    23:22 — Arquivado em: By Lilly Soares, Fala Sério!, TV

16.9.08

Quando me Amei de Verdade

By Charles Chaplin

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E, então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome… auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que a minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra as minhas verdades.
Hoje sei que isso é ser…
autêntico.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de… amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém, apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é… respeito.
Quando me amei de verdade, comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável… pessoas, tarefas, crenças, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início, minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama… amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é saber viver a vida… intensamente.
Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre a razão e, com isso, errei muito menos vezes.
Hoje descobri a… humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e me preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez… plenamente.
Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar, mas, quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Tudo isso é… SABER VIVER!

"Assim que você pensar que sabe como são realmente as coisas, descubra outra maneira de olhar para elas!"

(Do filme: Sociedade dos Poetas Mortos)

criado por lili_as    12:34 — Arquivado em: Interessante, Para Refletir, Poemas

14.9.08

Um Pouco Sobre a Vida

    Imaginem a vida como um jogo, no qual vocês fazem malabarismo com cinco bolas que lançam ao ar. Essas bolas são: o trabalho, a família, a saúde, os amigos e o espírito. O trabalho é uma bola de borracha. Se cair, bate no chão e pula para cima. Mas as quatro outras são de vidro. Se cairem no chão, quebrarão e ficarão permanentemente danificadas. Entendam isso e busquem o equilíbrio na vida.

Como?

- Não diminuam seu próprio valor, comparando-se com outras pessoas. Somos todos diferentes. Cada um de nós é um ser especial.

- Não fixem seus objetivos com base no que os outros acham importante. Só vocês estão em condições de escolher o que é melhor para vocês próprios.

- Dêem valor e respeitem as coisas mais queridas aos seus corações. Apeguem-se a elas como a própria vida. Sem elas a vida carece de sentido.

- Não deixem que a vida escorra entre os dedos por viverem no passado ou no futuro. Se viverem um dia de cada vez, viverão todos os dias de suas vidas.

- Não desistam quando ainda são capazes de um esforço a mais… Nada termina até o momento em que se deixa de tentar.

- Não temam admitir que não são perfeitos.

- Não temam enfrentar riscos. É correndo riscos que aprendemos a ser valentes.

- Não excluam o amor de suas vidas dizendo que não se pode encontrá-lo. A melhor forma de receber amor é dá-lo. A forma mais rápida de ficar sem amor é apegar-se demasiado a si próprio. A melhor forma de manter o amor é dar-lhe asas.

- Não corram tanto pela vida a ponto de esquecerem onde estiveram e para onde vão.

- Não tenham medo de aprender. O conhecimento é leve. É um tesouro que se carrega facilmente.

- Não usem imprudentemente o tempo ou as palavras. Não se podem recuperar.

- A vida não é uma corrida, mas sim uma viagem que deve ser desfrutada a cada passo.

Lembrem-se: Ontem é história, Amanhã é mistério e Hoje é uma dádiva, por isso se chama presente. 

(autor desconhecido)
 


criado por lili_as    22:10 — Arquivado em: Interessante, Para Refletir

13.9.08

Jesus Te Ama

Todos os domingos à tarde, depois do culto da manhã na igreja, o pastor e seu filho de 11 anos saíam pela cidade e
entregavam folhetos evangelísticos.
Numa tarde de domingo, quando chegou a hora do pastor e seu filho saírem pelas ruas com os folhetos, fazia muito frio
lá fora e também chovia muito.O menino se agasalhou e disse:
-’Ok, papai, estou pronto.’
E seu pai perguntou:
-’Pronto para quê?’
-’Pai, está na hora de juntarmos os nossos folhetos e sairmos.’
Seu pai respondeu:
-’Filho, está muito frio lá fora e também está chovendo muito.’
O menino olhou para o pai surpreso e perguntou:
-’Mas, pai, as pessoas não vão para o inferno até mesmo em dias
de chuva?’
Seu pai respondeu:
-’Filho, eu não vou sair nesse frio.’
Triste, o menino perguntou:
-’Pai, eu posso ir? Por favor!!!’
Seu pai hesitou por um momento e depois disse:
-’Filho, você pode ir. Aqui estão os folhetos. Tome cuidado,filho.’
-’Obrigado, pai!!!’
Então ele saiu no meio daquela chuva. Este menino de onze anos caminhou pelas ruas da cidade de porta em porta
entregando folhetos evangelísticos a todos que via.
Depois de caminhar por duas horas na chuva, ele estava todo molhado, mas faltava o último folheto. Ele parou na esquina
e procurou por alguém para entregar o folheto, mas as ruas estavam totalmente desertas. Então ele se virou em direção à
primeira casa que viu e caminhou pela calçada até a porta e tocou a campainha. Ele tocou a campainha, mas ninguém
respondeu. Ele tocou de novo, mais uma vez, mas ninguém abriu a porta. Ele esperou, mas não houve resposta.
Finalmente, este soldadinho de onze anos se virou para ir embora, mas algo o deteve. Mais uma vez, ele se virou para
a porta, tocou a campainha e bateu na porta bem forte. Ele esperou, alguma coisa o fazia ficar ali na varanda.
Ele tocou de novo e desta vez a porta se abriu bem devagar.
De pé na porta estava uma senhora idosa com um olhar muito triste. Ela perguntou gentilmente:
-’O que eu posso fazer por você, meu filho?’
Com olhos radiantes e um sorriso que iluminou o mundo dela, este pequeno menino disse:
-’Senhora, me perdoe se eu estou perturbando, mas eu só gostaria de dizer que JESUS A AMA MUITO e eu vim aqui
para lhe entregar o meu último folheto que lhe dirá tudo sobre JESUS e seu grande AMOR.’
Então ele entregou o seu último folheto e se virou para ir embora. Ela o chamou e disse:
-’Obrigada, meu filho!!! E que Deus te abençoe!!!’
Bem, na manhã do seguinte domingo na igreja, o Papai Pastor estava no púlpito. Quando o culto começou ele perguntou:
- ‘Alguém tem um testemunho ou algo a dizer?’
Lentamente, na última fila da igreja, uma senhora idosa se pôs de pé. Conforme ela começou a falar, um olhar glorioso transpareciaem seu rosto.
- ‘Ninguém me conhece nesta igreja. Eu nunca estive aqui. Vocês sabem, antes do domingo passado eu não era cristã.
Meu marido faleceu a algum tempo deixando-me totalmente sozinha neste mundo. No domingo passado, sendo um dia particularmente frio e chuvoso, eu tinha decidido no meu coração que eu chegaria ao fim da linha, eu não tinha mais
esperança ou vontade de viver. Então eu peguei uma corda e uma cadeira e subi as escadas para o sótão da minha casa.
Eu amarrei a corda numa madeira no telhado, subi na cadeira e coloquei a outra ponta da corda em volta do meu pescoço.
De pé naquela cadeira, tão só e de coração partido, eu estava a ponto de saltar, quando, de repente, o toque da campainha
me assustou. Eu pensei:
-’Vou esperar um minuto e quem quer que seja irá embora.’
Eu esperei e esperei, mas a campainha parecia tocar cada vez mais alto e era mais insistente; depois a pessoa que estava tocando também começou a bater bem forte. Eu pensei:
-’Quem neste mundo pode ser? Ninguém toca a campainha da minha
casa ou vem me visitar.’
Eu afrouxei a corda do meu pescoço e segui em direção à porta,enquanto a campainha soava cada vez mais alto.
Quando eu abri a porta e vi quem era, eu mal pude acreditar, pois na minha varanda estava o menino mais radiante e
angelical que já vi em minha vida. O seu SORRISO, ah, eu nunca poderia descrevê-lo a vocês! As palavras que saíam da sua
boca fizeram com que o meu coração que estava morto há muito tempo SALTASSE PARA A VIDA quando ele exclamou com
voz de querubim:
-’Senhora, eu só vim aqui para dizer que JESUS A AMA MUITO.’
Então ele me entregou este folheto que eu agora tenho em minhas mãos. Conforme aquele anjinho desaparecia no frio e
na chuva, eu fechei a porta e atenciosamente li cada palavra deste folheto..
Então eu subi para o sótão para pegar a minha corda e a cadeira. Eu não iria precisar mais delas. Vocês veêm- eu agora sou
uma FIlha Feliz do REI!!!
Já que o endereço da sua igreja estava no verso deste folheto, eu vim aqui pessoalmente para dizer OBRIGADA ao anjinho de Deus que no momento certo livrou a minha alma de uma eternidade no inferno.’
Não havia quem não tivesse lágrimas nos olhos na igreja. E quando gritos de louvor e honra ao REI ecoaram por todo o edifício, o Papai Pastor desceu do púlpito e foi em direção à primeira fila onde o seu anjinho estava sentado. Ele tomou o seu filho nos braços e chorou copiosamente.
Provavelmente nenhuma igreja teve um momento tão glorioso como este e provavelmente este universo nunca viu um pai tão transbordante de amor e honra por causa do seu filho… Exceto um. Este Pai também permitiu que o Seu Filho viesse a um mundo frio e tenebroso. Ele recebeu o Seu Filho de volta com gozo indescritível, todo o céu gritou louvores e honra ao Rei, o Pai assentou o Seu Filho num trono acima de todo principado e potestade e lhe deu um nome que é acima de todo nome.

A mensagem de Deus pode fazer a diferença na vida de alguém próximo a você.

P.S: Não é de minha autoria este texto, mas é lindo, recebi-o por e-mail e gostaria que mais pessoas o lessem e o usassem como fonte de inspiração.

 

criado por lili_as    10:36 — Arquivado em: Para Refletir, Questão de Fé!

12.9.08

Em Defesa do Jornalismo

Abaixo, reproduzo mensagem da Federação Nacional dos Jornalistas:

Em defesa do jornalismo, da sociedade e da democracia no Brasil

A sociedade brasileira está ameaçada numa de suas mais expressivas conquistas: o direito à informação independente e plural, condição indispensável para a verdadeira democracia.
O Supremo Tribunal Federal – STF – está prestes a julgar um Recurso Extraordinário que, se aprovado, acabará com a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista, permitindo que qualquer pessoa, mesmo a que não tenha concluído nem o ensino fundamental, exerça as atividades jornalísticas.
A exigência da formação superior é uma conquista histórica dos jornalistas e da sociedade, que modificou profundamente a qualidade do jornalismo brasileiro. É direito da sociedade receber informação apurada por profissionais com formação teórica, técnica, ética e que estejam em constante aperfeiçoamento.
Também é importante reforçar que a obrigatoriedade do diploma não ameaça as liberdades de expressão e de imprensa. A profissão regulamentada não é impedimento para que as pessoas se expressem por meio dos veículos de comunicação. O exercício profissional do jornalismo é, na verdade, a garantia de que a diversidade de pensamento e opinião esteja presente na mídia.
Não apenas a categoria dos jornalistas, mas toda a Nação perderá se o poder de decidir quem pode ou não exercer a profissão de jornalista no país ficar exclusivamente nas mãos de empresas de comunicação.
Os brasileitos e, neste momento específico, os ministros do STF, não podem permitir que se volte a um período obscuro em que existiam donos absolutos e algozes das consciências dos jornalistas e, por conseqüência, de todos os cidadãos!
Obs: reprodução do texto da Federação Nacional dos Jornalistas – Fenaj
Declarem seu apoio em www.fenaj.org.br 

E, a Fenaj em apoio à obrigatoriedade do diploma para formação em jornalismo convida:
Para Ato Público em defesa do diploma para o exercício do Jornalismo.
Dia 17 de setembro, às 13h, em frente ao Supremo Tribunal Federal – STF –, na Praça dos Três Poderes em Brasília.

Quem puder, compareça! Quem não puder, colabore por meio do abaixo-assinado disponível no site da Fenaj. Por uma informação de qualidade e pela certeza de um profissional que esteja qualificado para o exercício da profissão de jornalismo, colaborem com o manifesto em defesa da obrigatoriedade do diploma para que se exerça a profissão de jornalismo.

criado por lili_as    15:00 — Arquivado em: By Lilly Soares, Desabafo, Fala Sério!

Um Meio ou Uma Desculpa

Por Roberto Shinyashiki

Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho, sem sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes.

Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus filhos, terá que se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e o comodismo.

Se quiser um casamento gratificante, terá que investir tempo, energia e sentimentos nesse objetivo. O sucesso é construído à noite! Durante o dia você faz o que todos fazem.

Mas, para obter um resultado diferente da maioria, você tem que ser especial. Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados.

Não se compare à maioria, pois, infelizmente ela não é modelo de sucesso. Se você quiser atingir uma meta especial, terá que estudar no horário em que os outros estão tomando chope com batatas fritas.

Terá de planejar, enquanto os outros permanecem à frente da televisão. Terá de trabalhar enquanto os outros tomam sol à beira da piscina.

A realização de um sonho depende de dedicação, há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica, mas toda mágica é ilusão, e a ilusão não tira ninguém de onde está, em verdade a ilusão é combustível dos perdedores pois…

Quem quer fazer alguma coisa, encontra um MEIO. Quem não quer fazer nada, encontra uma DESCULPA.

criado por lili_as    14:11 — Arquivado em: Para Refletir

11.9.08

Um Minuto de Silêncio

          Hoje faz sete anos da tragédia ocorrida em 11 de setembro de 2001, quando aviões seqüestrados por terroristas foram jogados contra as duas torres do World Trade Center em Nova York, Estados Unidos. Não cabe discutir se os EUA tem sua parcela de culpa, nem qualquer teoria conspiratória, mas sim, de relembrar as vítimas que infelizmente estavam no lugar errado, na hora errada, e de chamar atenção do quão prejudicial a intolerância, o fanatismo e a irracionalidade podem ser para a história da humanidade.  Tive a oportunidade, no início deste ano, de ver de perto os destroços do WTC, tirei a foto acima do memorial em homenagem as vítimas, aliás, peço desculpas pela má qualidade da foto, mas a tirei pelo celular. 

            Aliás, seria adequado um minuto de silêncio, não só às vítimas do WTC, mas aos passageiros do vôo 93 da  United Airlines com destino a São Francisco, cuja coragem de seus passageiros de tomar o avião, impedindo que os terroristas atingissem o alvo - especula-se que seria a Casa Branca - deve ser ovacionada. Porquanto, indico a quem ainda não tenha visto, o filme homônimo que mostra os últimos instantes das heróicas vítimas.  Lá em Nova York, além do memorial em homenagem às vítimas e aos bombeiros que também agiram feito heróis, há desenhos e planos para uma nova construção, como um símbolo de esperança. Como o futuro que se inspira de um passado trágico; só que, visando um novo rumo e a reconstrução de uma identidade desintegrada. Para concluir, uma antiga lembrança:

 

 

criado por lili_as    22:57 — Arquivado em: By Lilly Soares, Desabafo

Posts mais antigos »
Report abuse Close
Am I a spambot? yes definately
http://lili13.blog.terra.com.br
 
 
 
Thank you Close

Sua denúncia foi enviada.

Em breve estaremos processando seu chamado para tomar as providências necessárias. Esperamos que continue aproveitando o serviço e siga participando do Terra Blog.