Espaço da Palavra!

Espaço para contos, crônicas, poemas, críticas, comentários e resenhas… Enfim, espaço do escritor. Por Lilly Soares

15.7.08

Fazendo a Diferença…

           T.H White já dizia: "Talvez todos damos incondicionalmente o melhor de nossos corações aos que raramente pensam em nós!" Tanto no amor, quanto na amizade! Ás vezes nos recusamos a enxergar o óbvio só porque teimamos em não ver as coisas como elas realmente são. Outras vezes, porque nos é mais conveniente acreditar na mentira do que simplesmente enfrentar a verdade: que todo ser humano é passível ao erro! Todos temos do que nos envergonhar ao olhar para trás! Todos sofremos as consequências de nossa escolha! Contudo, podemos fazer a diferença: repreender o remorso e abraçar a humildade! Seguir em frente, de cabeça erguida e, em busca de novos desafios…Esta é nossa vida, um constante ciclo de aprendizagem e adaptação!

criado por lili_as    14:32 — Arquivado em: By Lilly Soares, Para Refletir

14.7.08

Em Busca da Felicidade…

O que te faz feliz?

Cansei de perguntar a todos ao meu redor.

Igualmente, cansei de refletir sobre a mesma.

As pessoas vivem querendo enganar o tempo,

Desvincilhar-se das encucações;

Alimentar-se de ilusões…

Num ciclo contínuo de busca e desencontro, alheio à sorte;

Ansiando alcançar e burlar o tempo, como que a prolongar a vida…

No fim: "O que a gente leva da vida, é a vida que a gente leva"

criado por lili_as    0:40 — Arquivado em: By Lilly Soares, Poemas

11.7.08

Supremo Tribunal de FACHADA

        Dito e Feito! Mais uma vez o senso comum prevaleceu apesar de todo desprezo que lhe é atribuído, "A polícia prende e a Justiça solta". Ops, perdão! Desta vez, não devo nem posso generalizar! O juiz da 6ª Vara Criminal de São Paulo, Fausto de Sanctis, está de parabéns, assim como a Polícia Federal (PF). Merece congratulações, homenagens e apoio. Ele decretou a prisão preventiva do Daniel Dantas, agiu em seu dever enquanto magistrado e em nome da Justiça. O ministro Gilmar Mendes do Supremo Tribunal de Fachada - só falando assim - mais uma vez, comprovou que bandido de terno e gravata tem altos privilégios nesse país. Aliás, deve estar é de "ego" ferido, pois tenta justificar o injustificável alegando que um magistrado que exerceu corretamente sua função, está desrespeitando a corte suprema…

           As associações de magistrados, em peso, estão apoiando o juiz Sanctis. Com toda razão, ele exerceu o que lhe cabe por direito, e levando em conta o clamor por justiça de toda a sociedade. E tomou não só uma decisão legal, mas também uma decisão moral e que corresponde ao procedimento ético e aos anseios dos cidadãos, que desejam o fim da Impunidade. Espera-se, que não surjam justificativas esdrúxulas para cercear a PF, que como já dito anteriormente, é uma das poucas instituições deste país, que ainda cumpre eficaz e eficientemente seu papel.

Em suma, viva a PF, parabéns ao juiz Sanctis e, pasmem, tome cuidado vossa "excelência" ministro Gilmar Mendes, para não ficar rotulado de defensor de bandido…

criado por lili_as    21:26 — Arquivado em: By Lilly Soares, Fala Sério!

9.7.08

Algumas Considerações….

       Primeiramente, Parabéns a Polícia Federal (PF)! É uma das poucas instituições do Brasil que cumpre sua função de forma eficiente e eficaz. Pensar na atuação da PF, devolve-nos, ainda que por míseros segundos o orgulho de ser um cidadão brasileiro. Contudo, é dever não se empolgar muito, pois como muito bem diz o senso comum: "A polícia prende, e a Justiça solta". Justiça? Quem acredita nela? Explica-se a visão pessimista: Alguém já viu criminoso de colarinho branco, preso por um longo período neste país? Caso a resposta seja afirmativa, este alguém presenciou um milagre!

            Em alguns lugares não se pode confiar sequer na polícia. Qualquer lembrança do estado do Rio de Janeiro, não é mera coincidência! Nasci lá, mas, Graças a Deus, não moro lá. A cidade é linda, isso é indiscutível, mas do jeito que andam as coisas por lá…  A instituição que deveria proteger os cidadãos anda atirando primeiro e perguntando depois; fora o tráfico, o poder paralelo do crime organizado, as milícias e outros…

         O assassinato do menino João Roberto, de 3 anos, não é um caso para as autoridades do RJ, mas sim, do governo federal. Porque segurança pública é dever do Estado, ao menos, está expresso na Constituição Federal, mas diz-se por aí, que o respeito a ela é mera conveniência política. O poeta da música, Renato Russo, já dizia: " Ninguém respeita a Constituição, mas todos acreditam no futuro da Nação…" Causa espanto uma afirmação de uma música antiga, ainda ser extremamente atual. Será?

            E, se a segurança pública está um caos, em especial no RJ, é assunto de interesse do Estado. Ou, ao menos, na teoria, deveria ser. Espera-se que com o tempo, os pais do menino aprendam a lidar com a dor, que infelizmente permanecerá com eles. E espera-se que isso "acorde" a sociedade, a fim de fiscalizar os governantes e exigirem, não só os seus direitos, mas também, serem representados devidamente por quem eles elegeram. Segundo a Constituição, o poder emana do povo, o que nos falta é apenas tomar consciência disso!

     

criado por lili_as    13:47 — Arquivado em: By Lilly Soares, Fala Sério!

7.7.08

Oração das Mulheres Resolvidas

Que o mar vire cerveja e os homens, tira gosto; que a fonte nunca seque,e que a nossa sogra nunca se chame Esperança, porque Esperança é a última que morre…

Que os nossos homens nunca morram viúvos, e que nossos filhos tenham pais ricos e mães gostosas!

Que Deus abençoe os homens bonitos, e os feios se tiver tempo; Deus… Eu vos peço sabedoria para entender um homem, amor para perdoá-lo e paciência pelos seus atos, porque Deus, se eu pedir força, eu bato nele até matá-lo.

Um brinde… Aos que temos, aos que tivemos e aos que teremos. Um brinde também aos namorados que nos conquistaram, aos trouxas que nos perderam e aos sortudos que ainda vão nos conhecer!

*Que sempre sobre, que nunca nos falte, e que a gente dê conta de todos*!

Amém.

Homens são como um bom vinho. Todos começam como uvas, e é dever da mulher pisoteá-los e mantê-los no escuro até que amadureçam e se tornem uma boa companhia pro jantar!

criado por lili_as    1:45 — Arquivado em: Interessante, Para Rir!

5.7.08

Pai e Filho separados por Questões Sociais

          João estava ansioso, finalmente, no fim de semana iria visitar seu filho Juca de quem estava com muitas saudades. João e Edwiges eram separados porque o amor acabara, embora as más línguas de alguns vizinhos dissessem que Edwiges se cansara da pobreza. É que a alguns anos, se não me engano, a vinte anos, Edwiges apaixonara-se perdidamente por um rapaz de poucas posses que não agradava nem um pouco aos pais da moça. Os amigos diziam que era fogo de palha, que Edwiges queria viver uma história de novela. Os pais lhe arranjavam pretendentes de bom nome e muito ricos, porém, Edwiges cismara com João. Foi um período de brigas, de muitas mágoas, até que a mãe da moça decidira apoiar o noivado com medo de que a filha querida fugisse. E dizia aliviada que pelo menos, João tinha caráter e trabalhava, não era nenhum bêbado. O pai de início relutou, mas acabou concordando com a esposa, pois tinha certeza que o casamento não iria durar muito tempo. Aliás, ele não apostaria nem em um mês. Logo a filha iria voltar para casa com saudades dos seus confortos de menina mimada, algo que jamais teria com João, a não ser que ele ganhasse na loteria. Na verdade o pai da moça enganou-se, o casório durou mais de um mês, mesmo a moça sentindo falta do luxo e conforto. O amor deles parecia coisa de cinema, viveram um quase conto de fadas. Disse "quase". Quando Juca nasceu, apesar da alegria pela chegada da criança, as dificuldades aumentaram. Para piorar, Jõao fora despedido da oficina em que trabalhava, já que seu chefe tinha umas dívidas e não poderia mais pagar o seu salário, que, diga-se de passagem, já era uma "ninharia". O tempo ia passando e as dificuldades aumentando: João não conseguia um novo emprego e Edwiges tinha que ficar em casa cuidando do filho. Os pais da moça ajudavam emprestando um pouco de dinheiro para o casal, mas ela estava deprimida. Sentia falta do conforto, do luxo, enfim, da vida mansa que tivera antes de casar-se com João. O relacionamento entre os dois já não era que nem antes, e frequentemente, só tinham assunto em comum quando este era sobre Juca. João amava muito a esposa, mas no momento estava preocupado em arranjar um emprego, para poder oferecer um pouquinho de conforto para a esposa e o filho. Estava tão preocupado que nem tivera tempo para perceber o quanto Edwiges estava distante, triste e pensativa. Seus olhos já não brilhavam como antigamente. E assim foi a vida deste casal durante muito tempo.

           Até que um dia, a moça já não suportando a vida dificílima de pobreza, junto com Juca - agora com cinco anos - fugira com um vizinho rico que se enamorara dela. Como João não conseguira um emprego fixo e tivera que sobreviver de "bicos", nem tivera tempo para reparar o flerte entre Edwiges e o belo, rico e atlético rapaz. O rapaz totalmente apaixonado pela moça, dissera que de agora em diante, ele seria o pai de Juca, até porque já se afeiçoara ao garoto. Quando João descobriu, já era tarde demais, e nem sequer poderia exigir a guarda do garoto porque não teria como pagar um advogado. Sua sorte é que a moça não lhe guardava mágoas e sabia que o filho jamais esqueceria o pai, mesmo amando a nova vida de riqueza e luxo que agora levava. Afinal, não simpatizava nem um pouco com o padrasto, apenas fingia, tendo em vista que adorava ganhar os vários presentes e brinquedos dados por ele. Mas faltava alguma coisa! E nem Juca sabia o porquê, mas sempre ao ver um carro, ou passar por uma oficina, ele se recordava de um careca que lhe cantava umas cantigas de ninar. A mãe dizia sempre que o filho estava confundindo sonho ou lembrança de algum programa infantil da TV com realidade. No entanto, Juca insistia, queria saber quem era o senhor careca de suas lembranças, Seria seu pai? Edwiges ficava ligeiramente chateada e dizia: “seu pai é meu amado marido o Edgar." Ao que o menino birrento respondia que não! Algo lhe dizia que seu pai era o senhor careca e de bigode de seus sonhos. O próprio Edgar já dissera várias vezes à esposa que não havia motivos para que Juca não conhecesse o verdadeiro pai; mas Edwiges tinha ojeriza até de lembrar o que ela considerava como o período obscuro de sua vida. Os avós de Juca também insistiam para que o menino conhecesse o pai, mesmo que fosse para depois nunca mais o ver.

             De tanta insistência, Edwiges resolvera procurar João para combinar quando ele poderia ver e passar o resto do dia com Juca. Para sua surpresa, mesmo com um novo emprego, João estava na mesma condição de penúria de antes. E também com um semblante amargo no rosto que em tempos atrás era radiante de alegria, mesmo em situações difíceis. Edwiges dissera que não iria desculpar-se, apenas queria que o filho conhecesse o pai. Neste instante, João ficara com o semblante consideravelmente melhor, pois há tempos não via e nem tinha notícias de seu amado filho, e por razões financeiras não pudera contratar um detetive que encontrasse Juca. Edwiges nem parecia comover-se, é como se nunca tivesse tido algo com João. Friamente lhe disse que às cinco da tarde o buscaria para levá-lo ao encontro de Juca e retirou-se deixando uma quantia de quinhentos reais para que João comprasse uma roupa “decente” para poder encontrar o menino. João pôs-se a chorar e ainda que tentasse disfarçar, restava uma pontinha de amor por aquela moça, embora ela já não fosse a Edwiges por quem ele se apaixonou. Todavia, a imensa saudade que sentia de Juca falava mais alto, e pegando o dinheiro foi ao shopping mais próximo para comprar uma roupa nova. Ao chegar lá, entrou logo numa loja de marca, mas que era mais barata porque era uma loja de Fábrica. Já se imaginava com uma roupa bastante chique e abraçando saudosamente o seu filho Juca; quando de repente notara que os demais clientes da loja olhavam-o, recriminando- o. Dois homens, bastante altos e de ombros largos, o vigiavam bem de perto, preparados para lhe pegar e o retirar da loja, ao primeiro pedido do gerente ou de um casal de clientes, com aspecto de muita riqueza que reclamavam indignados de ter na mesma loja que eles, um “rélis” mecânico todo sujo de graxa. João sentindo-se humilhado resolvera sair antes que a situação piorasse. Do lado de fora, ligou – a cobrar - de um orelhão para o número de celular que Edwiges havia deixado junto à quantia de quinhentos reais. Triste, diria para a moça que teria que ver Juca outro dia, tendo em vista que não conseguira comprar a nova roupa. Contudo, do outro lado da linha ninguém atendia, a ligação caíra na secretária, onde a voz de Edwiges dizia: "No momento não posso atender. Tive que fazer uma viagem urgente à Paris, com meu filho e esposo para aliviar meu estresse. Qualquer coisa deixe um recado e telefone para contato”. Decepcionado, João voltou para oficina. Iria adiantar o serviço, assim, poderia esquecer que tão cedo não veria o filho Juca, se é que ao voltar de Paris o menino se lembraria dele. Aliás, João não fazia a menor idéia de onde ficava paris; e pensava: será que é no Oriente?

criado por lili_as    1:45 — Arquivado em: By Lilly Soares, Crônica

4.7.08

Não Te Amo Mais!

Por Clarice Lispector

Não te amo mais.
Estarei mentindo dizendo que
Ainda te quero como sempre quis.
Tenho certeza que
Nada foi em vão.
Sinto dentro de mim que
Você não significa nada.
Não poderia dizer jamais que
Alimento um grande amor.
Sinto cada vez mais que
Já te esqueci!
E jamais usarei a frase
EU TE AMO!
Sinto, mas tenho que dizer a verdade
É tarde demais…

(*Agora leiam de baixo para cima* )

criado por lili_as    19:34 — Arquivado em: Interessante, Poemas

A Verdade ou Mentira das Palavras

É interessante se pensar sobre as palavras. De certa forma elas são mágicas, no verdadeiro sentido da palavra magia. O que se quer dizer com isso? Uma mesma palavra com um significado determinado pelo dicionário, pode ter inúmeros significados diferentes, dependendo de como se fala e o tom no qual se fala. Ela pode até mesmo não dizer nada se quem a pronuncia “a diz somente por dizer” e não com sentimento e credibilidade. Deve-se acreditar no que se diz pois é uma forma de dar veracidade ao que se fala, e conquistar a confiança de quem venha a nos escutar. Pare, pense, reflita: o que se escuta; não ouça apenas, saiba escutar. Escute, preste atenção e verá que o que não gera credibilidade, por mais que se preste atenção não ficará guardado na memória. Outro fato que torna as palavras de certa forma mágicas é a problemática: exatidão ou não exatidão. Observe, e não veja apenas! Saiba escutar e verá que nem sempre as palavras são ditas com exatidão, embora seu pronunciador tenha esta intenção ao dizê-las. E, embora, às vezes não tenha esta intenção de expressar exatidão, dependendo da forma e do tom que a expressa e da percepção e compreensão de quem as escuta, estas palavras serão exatas por si só. Elas dependem, também, da percepção do mundo e de valores de quem as ouvem. Por isso prestem bastante atenção nas palavras e pensem sempre à respeito delas em seu sentido mais amplo. Até porque a própria palavra verdade em seu significado exato - absoluto - não existe.

criado por lili_as    19:28 — Arquivado em: By Lilly Soares

Esperança

Eu tive um sonho…

” Adoro esta música!

Aliás, lembrei-me; Do quão importante são os sonhos

Sonhei ser atriz;

Sonhei ser médica;

Sonhei ser cientista.

Acreditava que iria inventar A Máquina do Tempo Ou que no ano 2000

O avanço tecnológico alcançaria Um assombroso patamar,

Que já viveríamos num mundo Como o da família “Jetsons”.

 Decepcionei-me, pois, Tais avanços não foram suficientes

Nem para descobrir as curas Da AIDS e do Câncer.

Ao invés disso, Surgiu a Síndrome da crise Respiratória Aguda Grave e;

A Varíola pode ressurgir a qualquer momento;

É a ciência contribuindo Para o terrorismo biológico.

O secretário de segurança E o presidente da maior nação econômica

Forjaram “justificativas” para uma Guerra

 Que ainda hoje não se provaram verídicas,

 E o real motivo, continua implícito: O Petróleo!

Sonhei que no início deste ano

Com um novo presidente – de esquerda – A situação iria melhorar.

O que posso dizer?

Já estou com saudades do Fernando Henrique.

Jamais sonhei dizer isso!

 E jamais sonhei ser jornalista;

 E aqui estou já no sétimo semestre;

Quase uma jornalista

E sonhando fazer sucesso.

Obs: Esse texto é antigo, mesmo assim posto-o aqui, porque ele ficou caprichado!

criado por lili_as    19:20 — Arquivado em: By Lilly Soares

Antes & Depois

Hahaha, nem toda plástica vem para o bem!

Na Aberração que se tornou o Michael Jackson, nem PhotoShop dá jeito….

criado por lili_as    16:08 — Arquivado em: Para Rir!

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