Espaço da Palavra!

Espaço para contos, crônicas, poemas, críticas, comentários e resenhas… Enfim, espaço do escritor. Por Lilly Soares

12.6.08

Dia dos Namorados

    "Lembre que o melhor relacionamento é aquele no qual o amor de um pelo outro é maior do que a necessidade que um tem do outro." (autor desconhecido)

 Dia dos namorados, dos pombinhos enamorados… De aproveitar ao lado de quem se ama, contemplar o ícone dos românticos: a lua, de abraços beijos e mimos. De cultivar aquele amor, verdadeiro, desinteressado, pleno, instigante…Dia de dizer com todas as letras: Eu Te Amo! Sem vergonha, sem dedos, sem medo do ridículo. Desejo aos casais apaixonados, felicidades! E que saibam curtir e cultivar seu amor, todos os dias, construindo um futuro a dois, com respeito mútuo, confiança e amor duradouro.

Aos que estão sozinhos, parabéns também, você não é anormal, não é inferior, você apenas ainda não encontrou quem te complete, e não aceita se relacionar com qualquer um, porque a mídia impõe que ninguém é feliz sozinho, porque seus amigos te cobram que tenha alguém e, em especial, está sozinho porque está se guardando para uma relação especial que ainda está por vir. Porque está primeiro amando a si próprio, para depois distribuir plenamente todo amor que há em sua alma.  A estas almas nobres, que se assumem sós, mas não se menosprezando, sucesso, curta o dia, o seu tempo. Não force a barra e não se deixe levar, por quem quer forçar… pode ser clichê, mas é verdade: Tudo tem seu tempo, e sua hora, basta ser paciente e perseverar!

"Ame profunda e apaixonadamente. Você pode sair ferido, mas essa é a única maneira de viver a vida completamente" (autor desconhecido)

criado por lili_as    0:26 — Arquivado em: By Lilly Soares

11.6.08

One Tree Hill

           One Tree Hill – Lances da Vida - é uma série criada por Mark Schwahn que começou a ser exibida em 23 de setembro de 2003 pela Warner Bros. Conta a história de dois irmãos por parte de pai – Lucas/ Chad Michael Murray e Nathan Scott/ James Lafferty – que foram criados separados. Dan Scott – Paul Johansson – um sujeito obcecado por basquete, frustrado por ter largado a carreira de jogador quando jovem, projeta seu orgulho ferido no filho Nathan enquanto despreza e ignora seu filho Lucas, fruto de sua ligação com a namorada do colegial: Karen Roe – Moira Kelly. O problema é que a cidade de Tree Hill é um lugar pequeno, e tanto Lucas quanto sua mãe, tem que provar que não são vítimas e que superaram o abandono do Dan Scott. Até porque Keith Scott – Craig Sheffer – irmão mais velho de Dan que sempre fora apaixonado por Karen, ajudou-a na criação do filho que Dan nem ligou. A história esquenta, quando Keith convence o treinador do time de basquete do colegial, Ravens, a integrar Lucas Scott na equipe. Desde então, Dan começa a manipular seu filho Nathan para que enxergue o irmão como adversário, ao mesmo tempo em que tem de conviver com a presente lembrança do filho que renegou.
Contudo, qualquer resumo ou sinopse, não fará jus à série. Não explicitará a riqueza dos perfis psicológicos dos personagens, complexos, cativantes, apaixonantes. Não dirá as reflexões que se encontram nos roteiros dos episódios e muito menos, falará da bonita amizade entre mãe e filho, entre dois jovens amigos… Apenas assistindo para saber. E, ainda que eu seja suspeitíssima para falar, eu recomendo.

  Curiosidades: A priori, o criador da série, Mark Schwahn planejou que One Tree Hill seria um filme nomeado Ravens. Lançou a idéia em torno da cidade mas com recomendação da Warner Bros, mudou o filme para uma série de drama. Tree Hill é uma cidade fictícia, nomeada pela música One Tree Hill de U2. Schwahn deu este nome à cidade porque enquanto escrevia a idéia do seriado ouvia o CD The Joshua Tree do U2. O programa teve o nome Ravens até a emissora pedir para Mark mudar. Ravens parecia mais centrado em esporte e a emissora possuia um público feminino predominante, por isso o nome foi mudado para ter um apelo maior à audiência. No começo do seriado, os fãs perguntavam a Mark porque o nome era One Tree Hill se a cidade se chamava apenas Tree Hill. A questão foi respondida quando Karen diz a Lucas no 1.21 que ‘existe apenas uma Tree Hill - e esta é sua casa’. Mark foi citado como tendo afirmado que o ‘One’ vem do endereço do colegial: 1, Tree Hill.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/One_Tree_Hill

criado por lili_as    12:39 — Arquivado em: Entretenimento

10.6.08

Fanfics

      As Fanfics do termo em inglês Fan fictions - ficção de fãs - são as responsáveis pelo "despertar" da minha paixão por escrever. Anteriormente, escrevia alguns poemas, alguns contos, mas o gosto em escrever veio com as fanfics. Uma fanfic pode ser uma continuação de um livro, de um roteiro de seriado ou filme, e até mesmo uma nova versão da história para personagens já conhecidos.  E haja criatividade! A priori, pode parecer fácil, afinal são histórias com personagens já criados por outrem, mas aí que se encontra uma armadilha, porque apesar do exercício de criatividade e  imaginação, há de se manter a fidelidade ao perfil psicológico original do personagem escolhido.

A primeira fic que escrevi, foi para o concurso do fã clube nacional da série Arquivo-X e, havia dois temas: um era livre, em outro: Mulder e Scully enfrentavam vampiros. Apaixonada que sou por ficção científica e, dentre as várias obras cinematográficas do gênero, pela triologia Back To Future - De Volta Para o Futuro - resolvi criar um crossover entre X-Files e Back To Future e, eis que surgiu a fic, que confesso, é uma de minhas prediletas.  E desde então, ao dispor de tempo livre, dedico-me às fics, de Arquivo-X - para imortalizar os personagens Mulder e Scully - e venho desenvolvendo minha criatividade e capacidade de escrita. Em breve, estarei me arriscando em novos caminhos, criando histórias com meus próprios personagens, até lá, por hobby permanecerei dedicando-me às fics, é mto divertido criar histórias e enredos para os personagens. Para quem possa ter ficado curioso (a) eis a sinopse da fan fiction Back To X-Files:  Ao prenderem um meliante, "aparentemente" responsável por crimes de diferentes épocas, descobrem que o mesmo alega ser viajante do Tempo. Mulder fascinado com a história descobre um cientista em destaque que é bisneto de um renomado cientista de Hill Valley. Um lunático encontra o cientista e a máquina do tempo primeiro que os agentes e gera grandes confusões. Para consertá-las Mulder volta ao passado e interfere no curso do tempo, ao impedir a abdução de sua irmã Samantha. Agora os agentes têm que consertar a besteira feita, caso contrário uma horrível realidade alternativa irá se tornar definitivamente realidade.

criado por lili_as    23:51 — Arquivado em: By Lilly Soares

Para Rir…

Bem recebi por e-mail e, por ser engraçado, postei aqui:

DASLU

Sempre tive vontade de conhecer essa tal de Daslu. Já que estava em São Paulo, por que não ir? Ainda mais depois que me disseram que lá não existe nenhuma peça que custe menos de três dígitos, resolvi dar uma de São Tomé e ver para crer.
A entrada já foi um problema. O segurança perguntou pelo meu carro - ou motorista. Quem já foi sabe muito bem: na Daslu - acreditem - não se entra a pé, somente motorizado. Fingi que não era comigo e entrei.
Fui recepcionado por uma loira escultural com sorriso de anúncio de dentifrício, uma sósia escrita e escarrada da Ana Hickman - com direito a 1m30 de pernas, chapinha no cabelo, olho azul e muito mais.
‘Where are you from?’.
‘Belém do Pará’.
‘I beg your pardon!’
Tava na cara que eu não era paulistano. Mas daí a me confundir com gringo, já é demais. Eu lá tenho cara de estrangeiro? Como um cão sabujo, aonde eu ia, ela ia atrás. Dos milhares de itens que admirei boquiaberto, um em particular me encantou.
Uma bolsa tiracolo Prada pra lá de maneira que imaginei que coubesse no meu orçamento. Ressabiado, indaguei o preço.
‘Nove, apenas nove. E o senhor pode dividir em três vezes no cartão’.
‘Nove o quê?’
‘Nove mil…’
‘Égua!’
A pequena ficou tão assustada com minha reação que cheguei a pensar que fosse chamar os seguranças. Mas não. Acho que ela sacou que daquele mato não sairia cachorro, no máximo um carrapato. Fechou a cara, deu meia-volta e sumiu. Já que estava na chuva, resolvi me molhar.
Entrei num salão onde só tinha Armani. Como já estava enturmado, perguntei o preço de um ‘vestidinho’ de festa. Adivinhem? 100.000 pilas. Tu és doido! Uma estola de zibelina? 60.000 …
Fico imaginando quantos bichinhos foram sacrificados para esquentar o lombo de uma madame. Um blaser Ermenegildo Zegna (isso lá é nome de grife?), 13.000 .
Um óculos Gucci, 4.500. Uma cuequinha básica do Valentino, 260. Com direito a ouvir essa pérola do vendedor:
‘Leve logo meia dúzia, tá na promoção!’. Imaginem quanto ela custava antes.

Na adega climatizada não foi diferente. Um Romaneé-Conti, safra 2000 - aquele do Lula - estava por módicos 8.000 reais. Uma garrafa de Johnnie Walker Blue, envelhecida 80 anos - uma das raras existentes no planeta, 55.000.
Fiz as contas e verifiquei que no final saí no lucro. ‘Charlei’, vi gente famosa, coisas bonitas, tomei mineral Badoit, capuccino, Prosecco, champanhe Taittinger, fartei-me de canapés, fois gras, blinis com caviar (não era Beluga). Sou duro, mas sei o que é bom. Até confit de canard tracei. De quebra, profiteroles e apetitosos bombons trufados. As horas passaram voando. Minha acompanhante finalmente apareceu e perguntou:
‘Vamos almoçar?’
‘Almoço? Estou almoçado e jantado!’
Depois de conhecer quase tudo descobri que a Daslu é uma espécie de zoológico sem grades. Só que os bichos somos nós: Eu e você. Acabado, me esparramei num confortável sofá. Enquanto esperava o resto da turma chegar, abri um livro e relaxei. Mal virei a segunda página, dois novos ricos falando alto, com mais sacolas do que mãos, sentaram ao meu lado esnobando:
‘Amanhã vamos para o nosso haras em Catanduva. O réveillon será no Guarujá’.
Me deu uma raiva…
Peguei meu celular e resolvi mentir um pouco:
‘Fulano, não encontrei nenhum ‘Summer’ para o réveillon. Abastece o jatinho. Partimos amanhã cedo para Paris. Essa Daslu tá um lixo!’
A cara que os dois fizeram, não tem preço!

criado por lili_as    23:20 — Arquivado em: Para Rir!

9.6.08

Nada se cria, tudo se copia…

Dizem por aí que nada se cria, tudo se copia! Sou forçada a acreditar que tem certo fundamento, essa crença. Vejam o exemplo da atual telenovela das oito - que começa às nove -  chamada: A Favorita. Embora a história seja, a priori, legalzinha; tem como não compará-la com a anterior? Em especial a personagem da Thaís Araújo, com aquela franjinha ridícula estilo vaca lambida - que faz a rica mimada, fútil e cheia de vontades, similar a personagem da Alinne Moraes em Duas Caras? Incluso na tal franjinha ridícula? E o político corrupto, que é demagogo e populista, como era o personagem do Antonio Fagundes. E os perfis dos personagens? O do Cauã Raymond é tão desocupado, malandro e golpista, quanto o outro personagem desse mesmo ator, em Belissíma. Bem, já foi o tempo em que as novelas eram melhores. Hoje em dia basta ver a primeira semana e, depois ver os últimos capítulos que se entende a trama.

É por isso que prefiro os seriados, as histórias são mais elaboradas, são apenas uma vez por semana, tomando menos de seu tempo, e não descaradamente reféns da audiência, feito as novelas. As mudanças para agradar ao público, não são grosseiras e nem tão perceptíveis, como o vilão que muda da água para o vinho, em apenas dois capítulos, como nas novelas. As de ficção científica então… Amo Ficção Científica. As séries policiais também são excelentes, em especial: Cold Case e Law & Order SVU. Os personagens também, tem perfis mais interessantes. Mas voltando ao tema título, nada contra copiar, desde que a cópia seja utilizada para fazer uma inovação…. Um novo ponto de vista, um novo conceito.

 

criado por lili_as    22:57 — Arquivado em: By Lilly Soares

7.6.08

Vazio

Era uma vez, uma pessoa com espírito de andarilho; A procurar ao seu redor, uma razão de ser, de existir! Experimentava realizações diversas, interagia com tudo e todos; No entanto, não era suficiente! Algo, estava sempre fora do lugar. Fazia amizades, conhecia novos lugares; Entregava-se à paixão, mas nada dar-lhe-ia paz de espírito. Tinha-se tudo e, paradoxalmente, não se tinha nada! Tendia a se isolar, pensar, chorar. Podia estar em meio a uma multidão, mas só iria ficar! Triste, enfim entendera que esteve a procura, Do que jamais sonhou encontrar! Dava-se conta que ao olhar, não conseguia enxergar; Pois tão somente, havia perdido a si mesmo. Prestara atenção ao que havia fora, Enquanto por dentro, estava a desmoronar. E o vazio, agora a lhe torturar; Pretendia avisar, que pior que a morte, Deveras era a constatação da morte em vida. E eis pois, que seu destino seria a eterna procura de si!

Bem, este poema foi escrito num momento de tristeza, mas apesar disso, não deixa de ter sua beleza, então faço questão de postá-lo aqui. E em breve, farei uma análise da rotina dos concursandos…

criado por lili_as    21:54 — Arquivado em: By Lilly Soares, Poemas

5.6.08

Destino X Livre Arbítrio…

 "Tudo é uma questão de escolha! Existem vários caminhos a percorrer para se alcançar uma meta, e independente de qual se escolha; apenas um será o resultado. Já tive esperanças de que fosse diferente, consertar os erros, repetir os acertos. Agora sei, que as mudanças às vezes são mais assustadoras que os próprios fatos. E que por mais que os fatos sejam desagradáveis não se deve interferir no curso deles. Eles tem um motivo para existir. Talvez seja dar sentido às nossas vidas, ou não. Talvez seja assim, porque é como tem de ser, o que se convencionou chamar de destino"

Estava inspirada quando o escrevi. Ele surgiu quando eu imaginava belas palavras para caracterizar o pensamento de um personagem de uma das minhas fan fictions - histórias escritas por fãs - no caso, de X-Files. Mas dia desses, entre amigos, debatendo sobre as escolhas que se tomam na vida, falávamos sobre a influência do destino, dos erros e acertos e suas consequências….

Alguns insistem em ser reféns da crença num destino pré-determinado, onde o que se deu errado, acredita-se: já estava escrito, imutável… Não acredito nisso, como cristã e, sob influência da minha fé, acredito em livre arbítrio, que atraimos para nossa vida, tão somente as consequências de nossas atitudes e escolhas e, que temos que aprender a lidar com isso.  Ah, depois publico aqui, a sinopse da fan fiction, onde uso este poema.

criado por lili_as    21:17 — Arquivado em: By Lilly Soares, Poemas

Vida

A Vida é um constante desafio; Um eterno ciclo de aventuras e desventuras; Um contínuo aprendizado; Altos e Baixos! Um misto de alegrias e incertezas; Glórias e Derrotas! Cada um a vivencia ao seu modo: Uns a amam; Outros a ignoram; Outros a veneram; Para uns é bálsamo; Para outros, Fardo! É infinita, em várias encarnações; É finita, una, e tem que ser vivida a cada instante; É Dom, presente supremo, maior tesouro; Pode ser vista como um espetáculo; Drama, comédia, suspense… Certeza? A única que se tem, é que ela um dia se exaure, Em todo seu esplendor! Eis, a razão, de se tomar as rédeas da vida; Sendo atuante, e não, apenas um mero espectador apático.

criado por lili_as    21:02 — Arquivado em: By Lilly Soares, Poemas

Amo Brasília!

És moderna, ousada! Beleza de puro concreto, "alma" de puro abstrato;

És fruto de um sonho, quimera…

Eis que surge, altiva sob o horizonte: ela! Brasília;

Meu derradeiro amor primeiro;

E meu amor eterno!

 

criado por lili_as    20:56 — Arquivado em: By Lilly Soares, Poemas

4.6.08

Indiana Jones IV

Este filme é sem dúvida singular. Bem, o assisti dia 28 de Maio, mais pela curiosidade quanto ao enredo, uma vez que tinha ouvido falar que era similar à Arquivo -X - um de meus seriados prediletos - do que por ele em si, afinal não havia visto os anteriores. O filme é interessante, tem uma boa história e as populares cenas de ação exacerbadas de Hollywood, mas até aí, normal para o mundo mágico do cinema. A questão é: eles abordaram a temática Ufológica neste filme, mais precisamente: Ufoarqueologia - O termo ufoarqueologia designa a área de estudo dentro da ufologia que considera a possibilidade de ter havido visitas de extra-terrestres na mais remota antiguidade e sua interação com habitantes terrestres de então. - e daí talvez, a comparação com a série Arquivo-X, que tem como pano de fundo, preferencialmente a ufologia, mas não somente isso. Na verdade o filme mistura: Ufoarqueologia sob o ponto de vista do escritor Von Daniken - autor de: Eram os Deuses Astronautas - com aspectos mitológicos da cultura Maia, a história - não totalmente explicada - dos crânios de Cristal, mais mistérios da Antigüidade - As Linhas de Nazca - e, quem não tiver mente aberta, ou simplesmente não se interessar por tais assuntos, então nem recomendo que vejam o filme. Ah, ele se passa na década de 50, onde aborda também o conflito EUA X URSS no contexto da Guerra Fria. Onde os militares russos, queriam se apoderar do tal crânio de cristal por achar que ele daria algum poder ou conhecimento para desenvolver-se técnicas paranormais de dominação do inimigo. Bem, como fã apaixonada de X-Files, posso dizer que a semelhança entre a série e o filme, acaba apenas na escolha do tema Ufologia. No mais, para os fãs de aventura e ação que não se incomodem em ver um pouco de ficção científica, o filme é uma boa pedida. Ah, só não gostei da parte em que eles reforçam aquela visão descriminatória dos estrangeiros - em particular os EUA - de que Brasil é uma selva. Refiro-me a parte em que mostram a Amazônia como uma selva totalmente inabitada, só com macados e formigas gigantes…..

Mas pelo conjunto da Obra, recomendo o filme; vale a pena o ingresso!

 

 

 

 

 

criado por lili_as    13:04 — Arquivado em: Cinema, Entretenimento

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